Investigação de Paternidade: o direito de saber quem é o pai — e os direitos que vêm com isso
Ação de investigação de paternidade com exame de DNA, reconhecimento voluntário, alimentos provisórios e garantia de todos os direitos do filho. Paulo Papa conduz o processo com discrição e eficiência.
Falar no WhatsAppTodo filho tem o direito de conhecer seu pai — e os direitos que vêm com o reconhecimento.
A investigação de paternidade garante ao filho o direito ao sobrenome, à pensão alimentícia, à herança e à convivência familiar. A ação não tem prazo para ser proposta — o filho pode investigar a paternidade a qualquer momento da vida. E se o suposto pai se recusar ao exame de DNA, o juiz pode presumir a paternidade como verdadeira.
Paternidade: todas as situações
Da investigação ao reconhecimento — com todos os direitos garantidos.
Investigação de Paternidade
Ação judicial para reconhecimento da paternidade com base em exame de DNA e outros meios de prova. Sem prazo prescricional — pode ser proposta a qualquer momento.
Exame de DNA
O meio de prova mais seguro — 99,9% de precisão. Se o réu se recusar, o juiz pode presumir a paternidade (Súmula 301 do STJ). Orientação sobre como obter e apresentar o exame.
Reconhecimento Voluntário
Quando o pai deseja reconhecer o filho sem ação judicial — por escritura em cartório ou termo de reconhecimento. Rápido e sem litígio, com registro do nome do pai na certidão de nascimento.
Alimentos na Paternidade
Reconhecida a paternidade, o filho tem direito imediato à pensão alimentícia. Alimentos provisórios podem ser pedidos antes mesmo do resultado do DNA, com base em indícios de paternidade.
Negatória de Paternidade
Quando o registro está errado — nome de pai que não é o biológico. Ação para retificação do registro civil com base em exame de DNA, preservando os direitos de todos os envolvidos.
Paternidade Póstuma
Quando o suposto pai faleceu. A ação é proposta contra os herdeiros. DNA pode ser feito com parentes ou por exumação. O reconhecimento garante herança e todos os direitos do filho.

Paulo Papa — OAB/MG 205.282
Advogado inscrito na OAB/MG, com atuação em Direito de Família em Ribeirão das Neves e região da Grande BH. A investigação de paternidade é uma das ações mais pessoalmente significativas do Direito de Família — envolve identidade, vínculos e direitos fundamentais da criança. Conduzo o processo com discrição, rigor técnico e atenção às pessoas envolvidas.
Como funciona a investigação de paternidade
Da ação ao reconhecimento — com acompanhamento em cada etapa.
Análise e Estratégia
Avaliamos as provas disponíveis — documentos, testemunhas, mensagens — e definimos a estratégia. Pedimos alimentos provisórios quando há indícios suficientes.
Ação Judicial
Protocolo da ação de investigação de paternidade com pedido de exame de DNA. O réu é citado e tem prazo para responder e comparecer à perícia.
Exame de DNA
Realizado por laboratório determinado pelo juiz ou indicado pelas partes. Se o réu se recusar, aplicamos a Súmula 301 do STJ — a recusa gera presunção de paternidade.
Sentença e Registro
Com a sentença de reconhecimento, providenciamos a retificação do registro de nascimento — inclusão do nome do pai, sobrenome e todos os dados — e iniciamos a ação de alimentos.
Perguntas sobre investigação de paternidade
O exame de DNA é obrigatório?
Não. É o meio de prova mais eficaz, mas não obrigatório. Se o réu se recusar, o juiz pode presumir a paternidade (Súmula 301/STJ). A recusa injustificada pode ser suficiente para o reconhecimento.
O que acontece se o suposto pai se recusar ao DNA?
O juiz pode presumir a paternidade com base na recusa. A Súmula 301 do STJ é clara: a recusa injustificada gera presunção relativa de paternidade — o juiz reconhece, salvo prova em contrário do réu.
A ação tem prazo para ser proposta?
Não. O direito do filho à investigação de paternidade é imprescritível — pode ser proposta a qualquer momento da vida. Mas alimentos retroativos só são devidos a partir do pedido judicial.
É possível pedir alimentos antes do resultado do DNA?
Sim. Com indícios verossímeis — fotos, mensagens, testemunhas — o juiz pode fixar alimentos provisórios mesmo antes do exame. O sustento do filho não pode esperar o resultado da perícia.
O pai faleceu. Ainda é possível investigar?
Sim. A ação é proposta contra os herdeiros. O DNA pode ser feito com parentes do falecido ou por exumação. O reconhecimento póstumo garante herança e todos os direitos.
Quais direitos o filho tem após o reconhecimento?
Sobrenome do pai, pensão alimentícia, herança, convivência familiar, plano de saúde como dependente e benefícios previdenciários. O reconhecimento abre todos os direitos que o vínculo de filiação garante.
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